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domingo, 17 de novembro de 2013

As escolas da Sabedoria de Sirius.



Eu os abençôo, amigos da Luz. Sou Vyvamos – por intermédio de nosso amado irmão Hilarion, da Fraternidade Branca.
Eu, Vyvamos, dirijo-me hoje a vocês para esclarecê-los sobre a grande escola do conhecimento que um dia existiu em Sirius e que agora foi reconstruída.
Isso é importante para o despertar de seu conhecimento estelar, para o redespertar da sua consciência cósmica.

A “antiga” escola de Sirius – vamos chamá-la assim – foi fundada por seres de Sirius que, como vocês viram no capítulo anterior ( aqui ) tinham descoberto a forma divina do triângulo. Seus co-fundadores foram também, certamente, elevadas entidades do Sol Central que encarnaram em Sirius e que, com o seu conhecimento e sabedoria, queriam tomar parte nas experiências que ali se desenvolviam. Essas entidades eram grandes mestres e vieram todas, sem exceção, pelo portal estelar de Arcturus ( O Sol Central de Arcturus) diretamente para Sirius, sem passar por quaisquer níveis intermediários. Esse processo continua a ocorrer, sempre do mesmo modo – Sirius está com estreita conexão com o Sol Central, e assim trazia, e ainda traz, o puro conhecimento desses mestres até o nível de Sirius.
Bem. O que então aprendiam todos os discípulos na grande escola de Sirius ?
Primeiro, aprendiam a perceber as diferentes dimensões da vibração, as dimensões que ainda havia por explorar neste Universo, e também aquelas que eles já haviam atravessado.
É importante vocês saberem que neste Universo, no tempo da antiga escola da qual falamos, havia 16 dimensões. Isto quer dizer: A dimensão mais elevada era ficava no nível vibracional n° 16; o nível mais baixo – do ponto de vista de vocês – era a dimensão da vibração n° 1.
Vocês podem imaginar a dimensão da vibração n° 1 como a energia das rochas e pedras, entidades cristalinbas que governam uma consciência de vibração n° 1.
Estou tentando explicar-lhes esses fatos por meio de seus números terrenos.
Sirius era, e continua sempre a ser, uma importante estação de passagem, onde as entidades estudam e se preparam para os programas de experiências que irão criar em sua jornada através das diferentes dimensões. É preciso que exista uma centelha de consciência para que se possa realmente entrar num nível com deliberação. Não esqueçam, amados amigos, que tudo isto está subjacente ao plano Divino, o qual assume como principal característica o livre-arbítrio.
Os discípulos de Sirius também recebiam esclarecimentos sobre as formas de vida dos diferentes planetas, na medida em que estes eram habitados por formas manifestas – ou seja, corpos. Esse era um tema muito difícil, pois as entidades da grande e antiga escola de Sirius ainda não possuíam – no sentido terreno de vocês – nenhum corpo.


Mas os mestres do Sol Central agora os preparavam para as diferentes possibilidades de os corpos se tornarem manifestos – e estas eram as lições verdadeiramente fascinantes para todos os discípulos ! Além disso, meditavam sempre sobre a forma do triângulo, examinavam-na e se entretinham com ela. Os discípulos se postavam em triângulos, simbolizando deste modo o “mais” e o “menos”, enquanto buscavam nivelar suas energias ou elevá-las, a fim de unir suas energias em pontos de integração.
Este é um exercício interessante, que vocês podem tentar em grupos – naturalmente, sem nenhum julgamento -  a fim de perceberem as energias; pois sem percepção não existe nenhum ponto de integração.
Numerosos filhos das estrelas vieram de muitos níveis diferentes para estudar na grande escola de Sirius – todos aqueles filhos das estrelas que pretendiam, devido ao plano divino, peregrinar por outras dimensões e fazer mais experiências; todos aqueles que pretendiam aventurar-se mais e mais na densidade.
Em Sirius, o grande experimento da expansão da energia conduziu, como dissemos,( aqui ) à implosão da estrela central e à sua contração a uma anã branca. Esse processo surpreendente atirou todos os discípulos presentes para fora de sua existência; a superfície de Sirius também ficou muito mudada.
Pois bem, para todos aqueles de vocês que naquela época foram discípulos da antiga escola de Sírius, é muito importante fazer um exame muito acurado dos padrões relacionados com acontecimentos inesperados. É frequente esses padrões estarem ligados às experiências daquela época.
Pois bem, algum tempo depois que os seres de Sirius foram para seus outros planetas e muitos voltaram a se tornar viajantes das estrelas, eles começaram a construir em Sirius B a “nova” escola estelar. Para poderem examinar e processar os acontecimentos ocorridos, os seres de Sirius buscaram outras entidades para sua escola e lhes pediram ajuda. Os mestres do Sol Central na verdade sempre estiveram lá, bem como os principais mestres psquisadores de Sirius, mas agora eles queriam os conselhos dos seres do outro portal estelar, Antares, na nova escola. Pois Antares é o portal estelar que dá apoio à visão holística de toda a criação. Neste Universo.
Devido ao seu grande amor e discernimento, e para mais facilmente dar forma às experiências e processos, os grandes cientistas de Antares – vamos chamá-los assim – declararam-se prontos para ensinar na nova escola de Sirius B. Isso significava naturalmente que a Universidade de Sirius seguia agora um programa de ensino totalmente diferente. Os temas foram bem ampliados e ofereciam maior gama de escolha.
E assim é ainda hoje ! Quando vocês se conectam com Sirius nos seus momentos de trabalho noturno, são recebidos nessa grande escola, que agora tornou-se um telescópio para este Universo. Aqui são coletados e armazenados os conhecimentos globais sobre cada desenvolvimento e desdobramento concebíveis neste Universo. Aqui há grandes bancos de dados, bibliotecas imensas, mantidos pelas multifacetadas manifestações e desenvolvimentos deste Universo. Sempre que vocês quiserem saber alguma coisa sobre os desdobramentos e experiências nos diversos planetas, solicitem entrada na escola de Sirius. Façam este pedido sobre o símbolo do triângulo e alcançarão Sirius com facilidade. Peçam então para que seus irmãos e irmãs possam encontrar o mestre certo para vocês e para sua atual necessidade de conhecimentos. Esperem pacientemente até que esse mestre surja, façam suas perguntas com precisão e acolham o que lhes é dito. Vocês aprenderão principalmente a respeito do terceiro olho e do quarto olho.
Muitos irmãos de Sirius decidiram encarnar no planeta Terra sob a forma de baleias ou golfinhos. Eles o fizeram para trazer a facilidade, a alegria e o redespertar da comunicação. Pois, como vocês sabem, desde a grande experiência da dispersão dos discípulos da antiga escola, todos os irmãos de Sirius sempre buscaram ser de renovada utilidade para vocês, para que possam recuperar a chave de sua experiência estelar.
Cada um de vocês que se sente conectado com eles, será informado sobre o quarto olho na escola estelar de Sirius B. Quem não tem contato tão íntimo com esses irmãos,será instruído principalmente sobre o terceiro olho.
Sempre poderá acontecer que seu mestre se coloque diante de vocês tendo sobre o coração sua mão de luz, de matéria sutil, e com a outra mão lhes toque o terceiro ou o quarto olho. Estes se abrirão e vocês saberão se vivenciaram o acontecimento sob a forma de movimento, dança ou fluxo de imagens.
Pela sua própria natureza, o eu racional humano de vocês tem dificuldade em traduzir essas imagens. Eu, Vyvamos, lhes digo contudo que isso não é essencial. Quando as informações se infiltram através de seus corpos de luz, geralmente demora algum tempo até que o eu racional as traduza corretamente para vocês.
Assim, tenham amor por si mesmos e deem tempo ao tempo depois desse aprendizado.
Essa grande urgência de vocês de conhecer o absoluto está deslocada. Deve haver, ao contrário, a aceitação da dádiva de energia e uma espera tranquila e cheia de confiança, até que as coisas lhes sejam esclarecidas também no plano do intelecto.

Com saudações especiais do mestre de Sirius B, que hoje devo transmitir-lhes, eu os abençôo. Eu sou Vyvamos.

Do livro: Os caminhos das estrelas - A cura da dualidade - Trixa.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Os triângulos de Sirius

Eu sou Sirilia, e saúdo todos os filhos estelares da Terra com a energia da dança cósmica.

Recebam a energia de Sírius – agora ! E deixem-se conduzir por mim na nossa criação conjunta.

No início do nosso mundo encontramos um Sol Central. Vocês teriam descrito a energia como aquosa. Tudo flui e se permeia. Somos viajantes das estrelas e já percorremos uma longa jornada.
Este planeta nos atrai. Convida-nos ao repouso.
Nossas energias vibram em harmoniosa ressonância com as energias do planeta. Nós mergulhamos e nos ligamos. Fluímos através das camadas e tomamos morada num grande Vórtice Excelso. Vocês podem imaginá-lo como uma grande torre espiralada e luminosa, na qual circulamos eternamente e construímos nossas pontes de conexão com o Uno maior e com os nossos irmãos de todo o Universo.
A vida é uma dança, e nós transmitimos nossos movimentos às estrelas menores, que circulam em volta da nossa estrela central. Elas têm diferentes densidades, e causa-nos grande alegria experimentar os diferentes planos.

Mais e mais irmãs ouvem nossa alegria e recebem nossas ondas, e assim cresce o nosso mundo.
Acima de tudo, temos especial interesse pela diferentes densidades, pois tomaremos morada nos diferentes planetas e ali dançaremos os seus ritmos.
Estamos sempre selecionando determinadas zonas de frequência da nossa estrela central, para fazer um intercâmbio de experiências.
Podem imaginar como são fascinantes esses encontros ?
Estamos sempre encontrando alterações nos campos de energia – transformamo-nos e transformamos as nossas vibrações. Planeta após planeta tornam-se, por assim dizer, de outra cor. Que alegria, essa expressão da multiplicidade na unidade !
Dançamos juntos e aprendemos uns com os outros, e tomamos parte nos processos da vibração que se condensa.
Continuamos a ser, sempre, fluidos seres espirituais, mesmo quando de variada consistência !
O Uno Universal acolhe essa nossa alegria com a transformação e em Sua infinita bondade concede-nos uma primeira forma ! Que dádiva !
Em nossa consciência emerge a forma do triângulo; desse modo aspiramos à materialização desta forma divina. Compreendam que para nós, que não conhecíamos nenhuma forma, este era um novo passo na nossa evolução. Fluímos para dentro da forma, e experimentamos e começamos a manifestá-la.
Criamos a forma arquetípica, que vocês chamam de água.












Criamos dois polos, com seus diferentes eixos, e o ponto de integração no qual a multiplicidade mais uma vez torna-se unidade.

Enquanto isso, os outros viajantes das estrelas recebiam nossas novas ressonâncias, e assim vieram os seres de Lira para o nosso mundo. E imaginem o nosso entusiasmo quando eles transformaram de tal modo suas vibrações que logo se tornaram visíveis !!
Nas palavras de vocês, isso quer dizer que eles tinham um corpo – um corpo muito sutil e transparente, e tinham objetivos ! Eles queriam manifestar o copo, o corpo palpável.
Nós dançamos e compartilhamos nossa forma com eles, e assim emergiu um novo padrão vibracional comum.
Percebemos que podíamos compartilhar nossas vibrações para nos tornar visíveis, e nos tornamos virtualmente visíveis.
Ao longo das Eras, pesquisamos e fizemos experimentos com a forma do triângulo. Alcançamos uma clara visibilidade e acumulamos todas as nossas experiências.
Constantemente surgiam outros viajantes das estrelas que faziam intercambio conosco.
Embora nos tenhamos tornados mais densos, nosso conhecimento se expandiu e acumulamos conhecimentos e experiências da imensa amplidão do universo.
Porém, não nos era possível manifestar um corpo de matéria densa.
Por isso agregamos todos os nossos conhecimentos para o grande experimento.
Queríamos acelerar nossa estrela central para que ela se condensasse; pois nós vibramos tal como a nossa estrela.
Quando ela se tornar mais densa, pensávamos o mesmo também acontecerá conosco. Assim, aumentamos nossas vibrações; nossos tons se tornaram mais altos e logo nos encontramos na dança do êxtase cósmico, sustentados pelo desejo de encarnar.

Estávamos totalmente fascinados, tocamos música e dançamos, até um tom branco irradiante emergir em nós. E então a quietude. Nossa grande estrela tinha se tornado uma anã branca. Ela implodiu – diriam vocês. Desaparecida a grande morada branca, conscientizamo-nos de uma experiência totalmente nova – o calor ! E não tínhamos mais a nossa morada.... 

Muitos de nós regressaram para Sirius B, alguns seguiram para outros planetas, os demais queriam conservar e expandir esse conhecimento, e mais uma vez se tornaram viajantes das estrelas...

Compreendam, não havia em nós nenhuma tristeza, no sentindo em que vocês a entendem – tínhamos unido nosso conhecimento e nossa vontade, e feito uma verdadeira grande experiência. Experimentamos o calor e, à medida que continuamos a passagem, também o frio.







Tínhamos experimentado o “ + ” e o “ – ” da frequência. E continuamos desde então, sempre investigando novos níveis, sempre em busca da manifestação do corpo. O corpo era o nosso maior desejo.

À medida que nossa experiência coletiva ia se processando vagarosamente, reconhecemos também que a grande escolado conhecimento, devido ao nosso experimento, se dissolvera.
Muitos filhos das estrelas tinham estudado aqui e todos eles desapareceram.
A consciência coletiva de Sirius pede perdão a todos os filhos das estrelas que naquela época estiveram na grande escola.
Tempos mais tarde, e através da experiência de cada um de nossos irmãos que retornaram, soubemos que nosso experimento foi para eles uma experiência dolorosa. Nós lhes pedimos que vejam a alegria do nosso ato; nunca pensamos que lhes causaríamos dor.

Construímos uma nova escola em Sirius B e ali compartilhamos todo o nosso conhecimento e a nossa alegria. Se vocês que agora nos leem, ainda são dominados pelo medo do calor branco, dissolvam este padrão e acolham os tons curadores que temos irradiado por todas as partes do Universo desde o tempo daquele experimento.
Aceitem o nosso convite para entrar, com seus corpos de luz, nos salões da grande escola estelar, onde de bom grado compartilharemos com vocês todo o nosso conhecimento  e poderemos curar os seus ferimentos elétricos.

Nossa comunidade conhece essas experiências, e nós já estivemos em muitos níveis para levar a paz a nossos antigos discípulos e ajudar em sua cura.
Novamente lhes pedimos para dissolver seus medos e aceitar a ajuda de nossos irmãos estelares, muitos dos quais encarnaram na Terra. Dancemos e cantemos juntos mais uma vez.

Eu sou Sirilia,e que a alegria e o conhecimento de Sirius estejam com vocês.


Do livro: "Os caminhos das estrelas - A cura da dualidade - Trixa.